Menos pode ser Mais!

Tayse Cerqueira em: Opinião, Planejamento, Publicidade 8 Comentários »


A cada segundo são milhares de informações que tentam chegar até mente do consumidor. Muitos produtos gritam por atenção. Os meios de comunicação convencionais já não surtem impacto suficiente para diferenciar um produto. Já não é mais novidade anúncios em TV, Rádio, Outdoor.

Para conseguir destaque, o cliente-anunciante que pensar de maneira diferente tem chance de chegar mais rapidamente à mente do seu público-alvo.

Em Salvador, cresce o número de clientes que começam a enxergar desta forma e a solicitar, e principalmente – aprovar, das agências, ações diferenciadas. Ações estas que muitas vezes possuem um custo menor, mas um resultado mais bem vantajoso. Ou seja, gastando-se menos recursos financeiros para atingir um público mais qualificado, pode-se conseguir um maior impacto. E são muitas as possibilidades.

Um caso que podemos tomar com exemplo foi a ação da Fantástica Fábrica – casa de Buffet infantil - que aceitou investir de forma dinâmica e interativa com o público em um evento dirigido ao seu target.

Apoiadora do Barrinha Fashion (desfile de moda para o público infantil realizado pelo Shopping Barra em um final de semana do mês de outubro), a Fantástica Fábrica ficou responsável pelo buffet e promotoras no camarim de espera dos modelos mirins.

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Apenas com o custo da mão de obra, a Fantástica Fábrica que, já estava presente na mente das crianças que iriam desfilar no evento apostou, entretanto, em uma ação mais ousada. Incentivada pela agência, solicitou ao Shopping Barra fazer apresentações antes do início de cada desfile. A intenção era ampliar o numero de pessoas atingidas, mostrando o entretenimento para as crianças e pais que estavam na platéia.

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A estratégia da ação da Fantástica Fábrica foi atingir um número reduzido de pessoas, porém mais selecionado e com um contato direto com o consumidor.

Para a Fantástica Fábrica, a ação teve um resultado positivo, pois muitos pais que estavam no momento da apresentação ligaram para o buffet e agendaram uma visita.

Esta pequena ação, sem visibilidade em mídia, deixa explícita a tendência de investimentos publicitários em campanhas diferenciadas.

São os clientes abrindo os olhos para as oportunidades de não-mídias e quem sabe para um investimento futuro em marketing de guerrilha que em São Paulo já vem trazendo grandes resultados, principalmente no ramo imobiliário.

Fica aqui um assunto para ser jogado em discussão.

Será que o nosso mercado está preparado para investir em ações diferenciadas que façam um barulho diferente?


Comunicação Focada no Resultado

Daniel Fonseca em: Opinião, Planejamento, Publicidade 1 Comentário »

O desafio deste trabalho era produzir e criar uma campanha de impacto para a ADEMI-BA que superasse as expectativas geradas pelo sucesso da campanha e do evento do ano anterior.

Quando o roteiro foi concebido muitos achavam complicado produzir um comercial com tantos figurantes e locações em Salvador, mas comprado o desafio fizemos valer a competência.

O filme superou o do ano anterior em recall e o Segundo Salão Imobiliário superou em vendas e em visitantes o evento de 2006: 450 imóveis vendidos e negócios que ultrapassaram R$150 Milhões.

Responsáveis pelo sucesso:

Diretora de criação: Lívia Diamantino
Diretor de arte: Chris Amon
Redator: Guilherme Caccicio.
Atendimento: Cid Andrade, Carolina Valente e Renata Sarmento
Mídia: Tiago Filgueira
RTV: Lara Bárbara
Arte-finalistas: Eduardo Santos e Claúdio Lins.
Planejamento: Daniel Fonseca
Produção Gráfica: Carla Souza
Produtora VT: Malagueta Filmes
Produtora de Áudio: Somdubom
Produtora Internet: Nitro 71 Comunicação Interativa


O Toque Humano

Daniel Fonseca em: Comportamento, Opinião, Planejamento, Publicidade Sem Comentários »

Quando penso em tecnologia, sempre sou cuidadoso em não esfriar. Em não permitir que a tecnologia supere a emoção. Em comunicação, só funciona o toque humano.

Já vi muito site/ produto bom de conteúdo e/ou na sua essência mas sem nenhuma atratividade. Simplesmente, por descuidar do visual, da interatividade do toque humano.

Sugiro pensarmos sempre em quem está do outro lado. Quem vai consumir afinal?