A simplicidade o qual as ferramentas estão sendo tratadas me impresiona a cada dia, um exemplo disso é o Google SketchUp que transformou a arte de se modelar 3D em uma atividade simples e rotineira.
Quero saber quem será a primeira loja, ou empresa que vai fazer do seu prédio no GEarth o seu ambiente virtual e colaborativo. Hoje já é possível navegar(andar) pelas ruas, olhar os prédios, ver fotos, linkar para os sites e escrever resumos sobre os locais. Mas entrar? selecionar o andar em que deseja ir, ir em uma sala onde estão reunidos outros tantos avatares virtuais conversando, trocando documentos ou até mesmo fechando negócios, quando isso será possível?
Percebam que essas atividades já são rotineiras na internet, não é complicado o compartilhamento de documentos, apresentaçãoes em salas de chat colaborativa com vídeos e quadros digitais, mas vc faz tudo isso em ambientes distintos, mas vamos ver a seguinte situação:
No momento o seu “eu” real está em Itacaré e vc acessa o GEarth para ir na sede de uma empresa que fica em Nova York, claro que junto com vc já estão todos os seus documentos no GDocs que precisam ser apresentados e aprovados pelos diretores, vc vai até o edifício, que fica exatamente no mesmo lugar que do edifício verdadeiro, sua fachada é exatamente a mesma, até mesmo os móveis do hall são iguais. As pessoas que estão trabalhando lá naquele momento estão ali (on-line), perceba que o segurança não foi muito com sua cara. Você se identifica na recepção, e é direcionado(encaminhado) para andar e sala onde a reunião vai acontecer, quando entra percebe que todos já estavam a sua espera, ali faz sua apresentação, aprova documentos, e mostra o quanto vc é capaz de conduzir o novo projeto. Terminada a reunião vc se despede, desliga o notebook e volta pra praia.
Acho que estaremos sempre tentando humanizar o que fazemos na internet, sempre estaremos tentamos fazer de forma virtual o que fazemos na vida real, mas será que esse é o caminho? será que um mundo simplificado de botões e redirecionamentos sem nenhum encanto e humanização será o futuro da nossa navegação?
Acho que to pensando muito google ultimamente.
Alguns dados interessantes do Google Analytics sobre o ControlF5. Em um mês:
- 600 Visitantes
- 1.350 Visitas
- 3.470 Exibições de Páginas
- 6:06 Tempo Médio no Site
Via:
- Tráfego direto 900 (66,57%)
- Mecanismos de pesquisa 243 (17,97%)
- Sites de referência 206 (15,24%)
Chegam através da pesquisa do Google buscando por:
1. Paulo Pietrobon 10%
2. Cool Hunters 9%
3. Control F5 6%
4. Bruno Agra 5%
5. Controlf5 4%
Sites que trazem gente pra cá:
1. Teclandoalto 40
2. iBahia 37
3. NetVibes 26
4. Bloglines 12
5. Correio da Bahia 9
Uma coisa é certa, amo o google, eles sabem tudo de minha vida, acredito que se um dia puderem pegar um fio de cabelo meu (se é que já não tem) poderão fazer um clone na hora que quiserem. Mas imagine se fosse a Microsoft dominando o mundo. Philipp Lenssen do Blogscoped apresentou como seria o Gmail se o design fosse da Microsoft.
Insisto em me perguntar, pq ainda usam o Hotmail???
Ví no: Google Blogoscoped
Minha avó já dizia….. “O Google vai dominar o mundo”
Daniel Fonseca em: Google, Internet, Novidades, Tecnologia Sem Comentários »
Semanas após anunciar o lançamento de um sistema operacional para celulares , o gigante de internet Google Inc. se prepara para comprar uma freqüência de rede sem fio para operar telefonia e serviços para usuários nos Estados Unidos, informou nesta sexta-feira reportagem da edição online do “Wall Street Journal”. ( Leia mais: programadores já podem criar soluções para celulares ‘Google’ )
A idéia seria iniciar a oferta de telefonia e serviços em redes sem fio em nível nacional, o que justifica os testes que o Google vem realizando há meses com redes de acesso sem fio na região californiana de Mountain View, onde mantém sua sede.
Em janeiro de 2008, a Federal Communications Commission (FCC, o órgão regulador de telecomunicações nos EUA) realizará um leilão de espectro de redes sem fio e o Google estaria entre os candidatos a investir pelo menos US$ 4,8 bilhões, com ou mesmo sem o apoio de investidores internacionais, apontou a publicação, que cita fontes próximas às negociações.
Fonte: http://oglobo.globo.com/tecnologia/mat/2007/11/16/327193440.asp
O globo – 16/11/2007




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