Não acredite em tudo que vc lê na internet, mas for verdade…

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Vale a pena conferir esse software, se é que é verdade. Esse vídeo mostra uma ferramenta que vc pode redimencionar uma imagem, sem perder qualidade, e ela se ajusta automaticamente sem deformar a foto. Li também que a Adobe contratou o cara que desenvolveu essa tecnologia, vamos esperar o novo Photoshop, versão “vamos dominar o mundo”

E aí Vicente, tá sabendo de algo sobre esse software?

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3 Respostas para “Não acredite em tudo que vc lê na internet, mas for verdade…”

  1. Vicente Junior Diz:

    Fala meu!

    Se essa “coisa” realmente existe, eu ainda não tinha tomado conhecimento. Photoshop não é muito a minha praia. Sou mais ligados com as ferramentas de programação.

    Vou procurar saber, com os relacionamentos que eu ainda tenho na Adobe algo do tipo. Agora, se eu fosse ela, negava até a morte, até que o produto estivesse pronto para ser colocado no LABS (http://labs.adobe.com - onde a Adobe normalmente coloca em fase de Beta público suas novas tecnologias).

    O que eu sei é que no ano passado a Adobe comprou umas duas empresas que criavam ferramentas para tornar isso possível em softwares de editoração. Mas isso seria “em tempo de desenvolvimento”, que na linguagem de vocês eu não sei como se chama, mas seria em outras palavras, enquanto o conteúdo está sendo produzido.

    O que me intriga é: Tecnicamente, quando uma imagem é exibida, o software que a está exibindo (que pode ser um navegador web, por exemplo) simplesmente lê as informações que nela estão contidas, as interpreta e as renderiza na tela. Um Bitmap, como o nome diz, é um “mapa de bits”, ou seja, cada PIXEL é constituído por uma informação singular (bit) dentro dele. Se essa imagem é redimensionada, para que se mantenha a qualidade, as informações pertinentes a cada “bit” precisa ser atualizada através de um algoritmo de análise que resulte na imagem melhor apresentável para aquele modo (tamanho no caso) de apresentação.

    Para que uma imagem seja “auto-renderizável” (ugh), ela precisaria de uma das duas coisas:

    - ser permanentemente controlada por um recurso universal, pré-existente ou no modo plugin no software/ambiente no qual ela está para que o mesmo possa aplicar o algoritmo de re-mapeamento de bits.

    - contituir-se não apenas das informações de imagem, mas também do próprio recurso (software) capaz de aplicar um algoritmo de renderização.

    Nas duas situações acima, a imagem tería (teoricamente) que carregar consigo as informações pertinentes ao mapeamento de bits que a componha com a melhor qualidade possível.

    Então, se como você disse, a Adobe quisesse dominar o mundo com o Photoshop (gostei do nome da versão), ela tería que conseguir fazer essa imagem ter estes recursos e ter um tamanho reduzido para que a “graça” da tecnologia não ficasse inviável.

    Afinal, sería fantástico ter uma imagem de ícone 32×32 que pudesse ser redimensionada para um tamanho por exemplo 20 vezes maior 640×640 e não tivesse o “peso” de uma imagem de 640×640. Correto?

    Mas gostei do assunto. Enquanto escrevo o vídeo está carregando. Estou na Ilha de Itaparica na casa dos meus pais (Barra Grande) e aqui (PROTESTO!) não tem ADSL!

    Volto com mais informações… ;)

  2. Vicente Junior Diz:

    Lição de casa feita!

    Pois é! Como eu suspeitava, trata-se de um algorítimo de re-interpolação de imagens baseado num algoritmo de remoção (quando a imagem é diminuida) e criação (quando a imagem é aumentada) de pixels considerados “não-importantes” para a imagem.

    O EFEITO É REALMENTE FANTÁSTICO!

    Foi criado pelos Israelenses Shai Avidan e Ariel Shamir, originalmente da SIGGRAPH e que foram contratados pela Adobe. (me parece que só um deles ficou)

    O nome do algoritimo é “Seam Carving” e há um site dedicado a ele: http://www.seamcarving.com

    Outra suspeita confirmada… Tratam-se de duas frentes:

    1 - recurso nos softwares de editoração (inclusive vídeos) para redimensionamento de imagens.

    2 - plugin para que o recurso esteja disponível em imagens apresentadas em qualquer dispositivo/software.

    Mais informações:

    O recurso deve fazer parte da próxima versão do Photoshop e outras ferramentas da Adobe como o InDesign e ferramentas de vídeo.

    Na frente ligada à exibição de imagens, o FlashPlayer deve ser o software que permitirá este tipo de comportamento das imagens em sites, documentos de diversos formatos, celulares, handhelds e outros dispositivos.

    Mas enfim, não se trata da capacidade de termos imagens que são capazes de quando redimensionadas, não serem distorcidas. Trata-se mesmo da aplicação de um algoritmo que permite essa “interpolação”. Sempre, através de um software.

    ;)

  3. zeca Diz:

    Graande Trabalho Vicente, então agora é esperar essa versão do Photoshop, Será que ela vem?
    Abraços

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